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Cabírides, as filhas do Hefesto, o deus do fogo

Cabírides, as filhas do Hefesto, o deus do fogo

CABÍRIDES — Três ninfas ctônicas que presidiam os ritos e danças orgíasticas dos chamados Mistérios de Samotrácia. Conforme os relatos do historiador Estrabão (citando autores como Ferecides de Atenas e Acusilau), elas eram filhas do deus do fogo Hefesto (chamado pelos romanos de Vulcano) e da ninfa marinha Cabiro. Diferente de outras tríades famosas da mitologia (como as Moiras ou as Graças), as fontes clássicas da literatura grega antiga não preservaram nomes individuais próprios para as três Cabírides. Na tradição mitológica, elas são referidas e adoradas coletivamente apenas pelo seu nome dinástico. No culto, atuavam de forma conjunta com seus irmãos, os Cabiros. Clique no título.
Fato do dia: Morte do imperador Cláudio

Fato do dia: Morte do imperador Cláudio

13/10/54 — Aconteceu no dia treze de outubro do ano 54 (há 1.972 anos) a morte do imperador romano Cláudio César Germânico. De acordo com os relatos médicos, ele foi envenenado pela própria esposa, a Agripina, a Jovem. Pesquisadores modernos indicam que ela usou cogumelos venenosos da espécie “Amanita phalloides”, conhecida popularmente como “cicuta-verde” e “chapéu-da-morte”. O veneno foi misturado no prato de cogumelos silvestres, a comida favorita do Cláudio. Como a dose inicial nos cogumelos não matou o imperador rapidamente e ele tentou vomitar, o médico pessoal dele, que fazia parte do complô, terminou o serviço.  Clique no título.
Odhair Thristão: perfil

Odhair Thristão: perfil

ODHAIR THRISTÃO é jornalista e  bacharel em direito. Foi secretário municipal de Governo de Franca entre 2005 e 2008, chefe do controle interno da Prefeitura Municipal da mesma cidade entre 2005 e 2010 e secretário  adjunto de finanças entre 2009 e 2010.  Este site foi construído para discutir assuntos variados, em especial administração pública, cultura, esportes, personalidades, etc. Se o assunto não estiver na página frontal, procure-o com uma palavra-chave em “pesquisar”. Críticas, sugestões e correções são muito bem vindas. Clique no título para ver o perfil completo do autor.
Cabírides, as filhas do Hefesto, o deus do fogo
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Fato do dia: Morte do imperador Cláudio
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Odhair Thristão: perfil
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Carpeaux

JOÃO BATISTA CARPEAUX nasceu no dia 11 de maio de 1827 na cidade de Valenciennes no Departamento Norte da França. Morreu no dia 12 de outubro de 1875 na cidade de Coubervoie. De origem humilde, conseguiu mudar-se para Paris graças a uma pensão do governo. Na capital estudou com o escultor François Rude. Em 1854 recebeu o Prêmio Roma de escultura, o que propiciou a ele mudar-se para a Itália. Em Roma triunfou como artista.

Príncipes e artistas de outros ramos desfilavam no atelier dele. Entretanto, na França, especialmente em Paris, foi friamente acolhido por considerarem a escultura dele “não conforme as regras”. Executou um grupo central de esculturas num novo pavilhão do Palácio do Louvre. Realizou uma estátua do príncipe medieval, bustos do imperador e da imperatriz, tornando-se o escultor oficial da corte com trinta e seis anos. A concepção dele de uma escultura viva renovou a arte do Século 18 e contrariou o academicismo oficial.

Nos anos seguintes executou duas obras de muita importância. A primeira foi um conjunto denominado “Quatro Partes do Mundo”, obras feitas entre 1867 e 1872 para uma fonte de Paris. A segunda, o conjunto “A Dança”, foi realizada em 1869 para a fachada da Ópera de Paris. Retratista nato, criou ainda uma incomparável galeria de figuras, sobretudo femininas: “Senhorita Fiocre” e “Senhora Carpeaux” entre outras. O talento de improvisador permitiu a ele realizar esboços rápidos e cenas instantâneas, entre as quais o salão da Princesa Matilda, uma quadrilha em Compiègne e uma noite na ópera.

01 o anjo ugolino escravo a danca

 

 



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